terça-feira, 16 de agosto de 2011

Mensagem aos evangelizadores

Achei mutio bonita a mensagem e resolvi postar aqui.
Parabéns ao grupo de evangelização do Núcleo Espírita Irmão Maurício


sábado, 13 de agosto de 2011

Dicas importantes para falar de sexo com os pequenos


Quando pensamos em aulas sobre sexualidade logo vamos imaginando que teremos que dar explicações longas e embaraçosas. Mas é muito mais simples e vai além de dedicarmos apenas uma aula sobre o assunto, pois podemos ir conversando com as crianças assim que as dúvidas vão surgindo, como em doses homeopáticas. O importante com os pequenos é nunca ir além do que está sendo perguntado e tentar transmitir segurança ao tratar sobre o assunto.

Com os pequenos o trabalho em sala de aula exige atenção do evangelizador às atitudes e à curiosidade das crianças, pois são elas que vão dar origem aos debates e às atividades propostos a seguir.

Maternal e Jardim

Diferenças de gênero - Baixar a calça e levantar a saia são sinais de curiosidade. O livro Ceci Tem Pipi?, de Heloisa Jahn e Thierry Lenain, explora as diferenças físicas e comportamentais entre meninos e meninas. Pergunte quem tem pipi. E quem não tem? Tem o quê? Diga que a vagina é o "pipi" das meninas. Estimule o debate sobre o que é ser menino e menina, levantando questões como: uma garota pode subir em árvores? Escreva as respostas no quadro e converse com a turma.

O corpo e o prazer - É normal que os pequenos toquem os genitais para ter prazer e conhecer o próprio corpo. Proponha a descoberta de outras formas de satisfação na escola, como brincar na areia e na terra ou com água. Deixe-os explorar esses elementos no parque e incentive-os a falar sobre o que sentiram e sobre as partes do corpo que dão prazer, inclusive o pênis e a vagina. Diga que é normal tocá-los, mas que essas são partes íntimas e, portanto, não devem ser manipuladas em locais públicos. Finalize lembrando-as das outras maneiras de ter prazer na escola.

Relação sexual - Caso uma criança tenha visto uma cena de sexo na TV, certamente comentará com os colegas. O livro A Mamãe Botou um Ovo, de Babette Cole, relaciona sexo, concepção e nascimento. Todos sabem como nasceram? Levante as dúvidas e comente que sexo é coisa de adultos. Mostre bonecos que tenham pênis e vagina e deixe a garotada explorar as diferenças.

Gravidez - Se alguma professora ou alguém próxima à garotada estiver grávida, certamente a turma ficará curiosa. Fale sobre o desenvolvimento do bebê, desde a concepção até o nascimento (cartazes ajudam muito). Uma música boa para tocar é De Umbigo a Umbiguinho, de Toquinho. Explique o processo físico de evolução, ouça as perguntas e responda-as de forma simples e direta.


Do Primeiro ao Terceiro Ciclo
Vocabulário da sexualidade - Palavrões são comuns nas conversas infantis e podem ser usados para fazer graça ou para agredir. Mas eles perdem rapidamente o impacto quando você os escreve no quadro. Explique o significado de cada um, deixe claro que todos podem ser ofensivos e, por isso, não devem ser usados - principalmente em público. Caso as palavras façam referência aos órgãos sexuais, levante as outras que a turma conheça para pênis e vagina. Escreva no quadro os termos corretos e utilize-os nas conversas sobre o tema. Padrões de beleza - Ao perceber que os alunos debocham da aparência de um colega, um bom caminho é promover um debate sobre padrões de beleza. Que tal passar o filme Shrek? Por que a princesa Fiona se esconde quando vira ogra? Ela só é aceita quando aparenta ser bela? Que qualidades têm os personagens? É justo que as pessoas evitem quem não acham bonito? Outro bom exemplo é a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. A modelo é bonita? Explique que, na época em que foi pintada, ela era (sim) um padrão de beleza. Divida a turma em duplas e peça que cada um descreva qualidades ou algo que ache bonito no colega.


Adaptado da Revista Nova Escola -

http://revistaescola.abril.uol.com.br/educacao-infantil/gestao/orientacao-sexual-428182.shtml – Acesso em 13/08/2011


Vídeo do livro - Mamãe botou um ovo



Plano de aula - considerações


Todo mundo já sabe de tudo que está escrito por aqui, mas sempre é bom lembrar.

O Evangelizador não deve avaliar se o objetivo de sua aula foi alcançado pelas atitudes imediatas das crianças. Deve ter sempre em mente que está plantando a semente e que seus frutos deverão vir com o tempo.


O plano de aula deve conter:

T EMA:

OBJET IVO: T er sempre o objetivo bem definido. Se a aula não puder ser exatamente c omo foi planeja, não se de perder o objetivo de vista.

Características dos objetivos da Evangelização:

Formativo: formar sentimentos

Centrado na criança e NÃO no Evangelizador

Simples

Compatível com o desenvolvimento físico e psicológico da criança

Possa ser avaliado

É IMPORTANTE NÃO DESVIAR DO OBJETIVO


BIBLIOGRAFIA: Procurar ler, antes mesmo de ler a aula ou de escrever a aula, alguns dos textos tidos como referência

AULA:

Incentivaç ão Inicial: É utilizada para motivar a crianç a para o tema da aula, e deve ter a duração de 5 a 15 min, quanto menor a criança, menor deve ser o tempo da incentivaç ão inicial.

Desenvolvimento: Narração do texto, duração de 15 até o máximo de 40 min.

As aulas já prontas devem ser utilizadas como sugestão e orientação para os Evangelizadores devendo ser complementadas e adaptadas sempre que a situação assim o exigir.

Deve- se sempre tentar variar a apresentação das aulas, variando o material didático: fantoches, carta tabuleiro de areia, dramatização, slides, etc ..

Fixação: Deve- se utilizar várias técnicas, como desenho, modelagem, pintura, colagem, etc ., porém, tentar encaixar o tema da aula às atividades para fixá- lo.

Material Didático: A aula não deve ser preparada em cima da hora. Fora o tempo que deve ter para estudar o tema, o Evangelizador deve preparar com muita calma e carinho o material que vai apresentar para o Evangelizando. Este material deve ser bem preparado, claro, de fácil entendimento, e de visual agradável. Se possível tentar variar, com frequência, o tipo de apresentação.

domingo, 7 de agosto de 2011

DIJ - Caravaneiros

Somos muito felizes por fazer parte do DIJ-Caravaneiros,  onde a cada  semana podemos vivenciar o crescimeto de nossas crianças, adolescentes e jovens, o  mesmo acontecendo com o grupo de evangelizadores, monitores e adjuntos que a cada dia estão mais unidos, sempre em busca do aprimoramento individual e do grupo. Foi maravilhoso o nosso primeiro grupo de estudos sobre sexo, com a participação da maioria, num clima alegre, muito harmonioso e com uma troca de conhecimentos que com certeza nos ajudará para tratarmos sobre estes assuntos com nossos evangelizando
Já estamos agendado o próximo grupo de estudos para 29 de outubro. Vamos nos programar para este dia.
Que Jesus continue a proteger a todos nós.
Nilce

Começo de conversa

Aqui vai o Power Point que foi apresentado no nosso encontro. Espero que apreciem!




Sexo e responsabilidade

(Texto desenvolvido para o Primeiro Econtro de Estudos do DIJ - CAravaneiros da Fratenidade)

A integração de duas criaturas para a comunhão sexual começa habitualmente pelo período do namoro que se traduz por suave encantamento. Dois seres descobrem um ao outro, de maneira imprevista, motivados por apelos para entrega recíproca e daí se desenvolve o processo da atração.
A energia sexual, como recurso da lei da atração, na perpetuidade do Universo, é inerente à própria vida, gerando cargas magnéticas em todos os seres, à face das potencialidades criativas de que se revestem.
Relações sexuais, no entanto, envolvem responsabilidades. Homem ou mulher, adquirindo parceiro ou parceira para a conjunção afetiva, não conseguirá, sem causar dano a si mesmo, tão somente pensar em si.
Toda vez que determinada pessoa convida outra à comunhão sexual ou aceita de alguém um apelo neste sentido, em bases de afinidade e confiança, estabelece-se entre ambas um circuito de forças, pelo qual a dupla se alimenta psiquicamente de energias espirituais, em regime de reciprocidade. Quando um dos parceiros foge ao compromisso assumido, sem razão justa, lesa o outro na sustentação do equilíbrio emotivo, seja qual for o campo de circunstâncias em que esse compromisso venha a ser efetuado. Criada a ruptura no sistema de permuta das cargas magnéticas da manutenção, da alma para alma, o parceiro prejudicado, se não dispõe de conhecimentos superiores na autodefensiva, entra em pânico, sem que se lhe possa prever o descontrole que, muitas vezes, raia na delinqüência.
Tais resultados da imprudência da invigilância repercutem no agressor, que partilhará das conseqüências desencadeadas por ele próprio, debitando-se ao caminho a sementeira partilhada de conflitos e frustrações que carreará para o futuro.
E quando da união sexual, vier os filhos, a responsabilidade aumenta e é partilhada por ambos. As leis que regem a vida rogam, sem impor, às vítimas da deslealdade ou da prepotência que não renunciam ao dever amparar os filhos, espíritos estes perante os quais ambos assumiram o compromisso de receber e encaminhar para vida viessem eles em que circunstâncias fossem.
Assim podemos considerar que a ligação sexual entre dois seres, envolve a obrigação de proteger a tranqüilidade e o equilíbrio de alguém que, no caso é o parceiro ou parceria da experiência “ a dois, e muito comumente, os “dois” se transfiguram em outros mais, nas pessoas dos filhos e demais descendentes.
Desde a pré-história que o amor dita regras de comportamento, além de ter sido determinante para o surgimento da idéia da família. Durante muito tempo a moral da sociedade determinada que o sexo só poderia acontecer para fins reprodutivos e de preferência, depois do casamento, mas nos últimos anos a sexualidade passou a ser vista de outra forma e o assunto é tratado com mais naturalidade, com mais abertura. Se fala até em liberdade sexual, liberdade na escolha de parceiros, mas temos que ter cuidado para esta liberdade não ser confundia com libertinagem, vulgaridade.
Toda liberdade requer responsabilidade, mas na contramão disso tudo, há quem esteja buscando segurança afetiva, e conseqüentemente, sexual.
Segunda dados do IBGE, o número de casamentos tem aumentado a cada ano no Brasil. Isto mostra que o mito do amor romântico tem resistido aos apelos da liberdade sexual.
Segundo as leis que regem a vida, somos responsáveis pelo que fazemos a nós e aos outros. Devemos colaborar com a harmonia do universo. Sexo é espírito e vida a serviço da felicidade e dessa harmonia. Portanto reclama responsabilidade e discernimento, onde e quando se expresse. Sexo é energia, por isso mesmo precisamos e devemos saber o que fazemos com esta energia e principalmente como, com quem e para que nos utilizamos de semelhantes recursos, entendendo que todo os compromissos na vida sexual, estão igualmente subordinados a leis de Causa e Efeito, e segundo esse princípio, de tudo o que dermos a outrem, no mundo afetivo, outrem também nos dará.


Sandra Furtado

sábado, 6 de agosto de 2011

Primeiro Encontro de Estudos

Na tarde de sábado, dia 06 de agosto de 2.011 realizamos o Primeiro Encontro de Estudos do DIJ, com o tema "Sexo, sexualidade e Doutrina Espírita"
Confira um dos vídeos que foi apresentado sobre o tema estudado.